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    Ivanil Agostinho, Analista de Desenvolvimento de Sistemas
    Ivanil Agostinho
    Comentário · há 3 anos
    Vou tentar resumir bastante o meu comentário.

    1. "Como as igrejas evangélicas escolhem seus políticos?" Do mesmo modo que outros segmentos da sociedade escolhem os seus representantes, ou evangélicos não tem os mesmos direitos dos demais cidadãos, ou seja, de votar e ser votado?

    2. Barrar "avanços sociais". De que "avanços sociais" estamos falando? Temas sociais polêmicos, para uns pode ser considerado um avanço, para outros um retrocesso. Então exige um debate, e numa democracia, todos devem ser ouvidos, todos podem debater e discordar, ou será que existe um lado "certo", cuja visão de mundo deve se sobrepor à dos demais, mesmo que os "demais" componham a maioria da sociedade?

    3. Isenção fiscal: quanto a isso, vou citar um outro artigo, aqui mesmo do JusBrasil:
    "A imunidade tributária (conhecida popularmente como isenção) é para qualquer instituição religiosa, seja evangélica, católica, espírita, budista etc. Não há privilégios ou distinções na Constituição Federal. Assim, uma paróquia ou um terreiro não pagarão o IPTU, bem como não pagará um templo budista ou evangélico etc."
    Link: http://adriano-pinheiro.jusbrasil.com.br/artigos/133219083/religiao-impostoseequivocos

    Ou seja, sugerir, mesmo que sutilmente, que igrejas evangélicas gozam de um PRIVILÉGIO de isenção de impostos, ao passo que outras religiões não, é, no mínimo, uma desonestidade.

    Já sugeri aqui, e vou sugerir de novo, aos prezados autores de artigos do JusBrasil:
    Pesquisem e escrevam um artigo sobre os inúmeros trabalhos sociais desenvolvidos por evangélicos, DE GRAÇA, a saber:
    a) Com lares para idosos
    b) Com orfanatos
    c) Com dependentes químicos
    d) Com presidiários
    e) Com moradores de rua

    Não preciso citar os trabalhos específicos, porque não caberia aqui. Com um pouco de boa vontade e uma pesquisa no Google, pode-se verificar o que digo.

    PS: Como alguns ainda insistem em bater na tecla que a isenção fiscal é um PRIVILÉGIO das igrejas evangélicas, pesquisei a lei que dispõe sobre isso. Segue:

    LEI Nº 3.193, DE 4 DE JULHO DE 1957.

    Dispõe sobre a aplicação do art. 31, V, letra b, da Constituição Federal, que isenta de imposto templos de qualquer culto, bens e serviços de partidos políticos, instituições de educação e de assistência social.

    Art. 1º À União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios e vedado lançar imposto sobre templos de qualquer culto, bens e serviços de partidos políticos, instituições de educação e de assistência social, desde que as suas rendas sejam aplicadas integralmente no País para os respectivos fins (Constituição Federal, art. 31, V, letra b)."

    Eu pergunto: É só igrejas evangélicas que tem isenção fiscal?

    Perfis que segue

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